Pensar demais: pode fazer você perder muitas coisas realmente boas.

Você pode estar tão ocupado se preocupando com o que pode dar errado, ou com o que as pessoas podem pensar, que se esquece de realmente viver sua vida.

Então, sem mais delongas, deixe-me compartilhar com vocês oito experiências de vida importantes que nós, pensadores excessivos, muitas vezes perdemos.

1) A alegria da espontaneidade

A espontaneidade é como uma lufada de ar fresco na vida. É aquela viagem aleatória com amigos, aquele jantar não planejado ou aquela decisão impulsiva de tentar um novo hobby. Mas os que pensam demais muitas vezes perdem essas alegrias espontâneas.

Eles estão muito ocupados tentando planejar tudo, prever todos os resultados e evitar todos os riscos possíveis. A ideia de fazer algo sem pensar bem pode parecer opressora e até assustadora.

Mas a verdade é que alguns dos melhores momentos da vida são aqueles que não planejamos. São as surpresas inesperadas que nos fazem sentir vivos e nos lembram que não há problema em deixar ir e apenas viver o momento.

Tente abraçar um pouco mais de espontaneidade. Deixe de lado a necessidade de controle e veja aonde a vida o leva. Você pode se surpreender com o quanto pode se divertir quando para de pensar demais e começa a viver.

2) Abraçando o inesperado

Aqui está algo que aprendi por experiência pessoal: a vida é imprevisível. Você pode planejar e traçar estratégias o quanto quiser, mas sempre haverá coisas que acontecerão do nada.

Eu costumava temer essa imprevisibilidade. Eu passava horas, dias e até semanas tentando me preparar para todos os cenários possíveis. Mas tudo o que isso fez foi criar mais estresse e ansiedade.

Então percebi uma coisa: a vida não é evitar o inesperado, é aceitá-lo. Aprendendo a se adaptar e crescer com as surpresas que a vida traz em seu caminho.

O inesperado pode ser assustador, mas também pode ser emocionante. Pode levar a novas oportunidades, novas experiências e novos insights que você não teria de outra forma.

3) A emoção de assumir riscos

Eu admito, sempre fui o tipo de pessoa que ‘joga pelo seguro’. Eu pesaria os prós e os contras, analisaria todos os ângulos e geralmente evitaria correr riscos. Mas, na verdade, meu pensamento excessivo estava me fazendo perder uma das experiências mais estimulantes da vida: correr riscos.

Deixe-me contar sobre isso uma vez. Um grupo de amigos me convidou para um fim de semana de acampamento e mergulho em penhascos. Minha reação imediata? Pânico. Imagens de ossos quebrados e salas de emergência passaram pela minha mente. Mas optei por superar meus medos, silenciando o pensamento excessivo pela primeira vez.

O resultado? Uma das experiências mais emocionantes e libertadoras da minha vida. A adrenalina quando saltei do penhasco, a sensação de realização quando voltei à superfície… foi incrível. E eu teria perdido tudo se tivesse cedido à minha tendência habitual de pensar demais.

Assumir riscos não significa necessariamente pular de penhascos, pode ser tão simples quanto falar em uma reunião, experimentar uma nova receita ou convidar alguém para sair. Mas a emoção de sair da sua zona de conforto? Isso é algo que todo pensador deveria experimentar.

4) Viver no presente

Como um pensador excessivo, muitas vezes me vejo preso em um ciclo de arrependimentos passados ​​e ansiedades futuras. É como um jogo de xadrez sem fim, sempre traçando estratégias para o próximo movimento, sempre ruminando sobre o último.

Mas o problema é o seguinte: enquanto estou ocupado traçando estratégias e ruminando, a vida está acontecendo agora. Na verdade, você sabia que, de acordo com um estudo feito na Universidade de Harvard, as pessoas passam quase 47% das horas em que estão acordadas pensando em algo diferente do que estão fazendo? Isso é quase metade de nossas vidas não totalmente presentes!

A beleza do pôr do sol, o riso de um amigo, o sabor de um café bem preparado… são experiências que só podem ser verdadeiramente apreciadas quando estamos plenamente presentes. Esses momentos são fugazes e preciosos e estão acontecendo agora.

Portanto, embora seja bom aprender com o passado e preparar-se para o futuro, não se esqueça de viver no presente. Afinal, é o único momento que realmente temos.

5) Confiar no seu instinto

Aqui está algo que aprendi: pensar demais muitas vezes abafa nossas respostas instintivas. Não consigo contar quantas vezes duvidei de meus sentimentos viscerais, apenas para perceber mais tarde que eles estavam certos.

Veja, nossos instintos são uma parte primordial de nós, aprimorados por milênios de evolução. Eles foram projetados para nos guiar em direção ao que é bom para nós e para longe do que não é. Mas quando você pensa demais, você está essencialmente colocando seu cérebro no comando e dizendo a seus instintos para ficarem em segundo plano.

Houve uma vez em que recebi uma oferta de emprego com um salário mais alto e melhores benefícios, mas algo parecia estranho na cultura da empresa. Adivinhei meu instinto e aceitei o emprego, apenas para pedir demissão alguns meses depois por causa do ambiente de trabalho tóxico.

Confiar em seu instinto é uma experiência como nenhuma outra. É fortalecedor e libertador, permitindo que você tome decisões que pareçam certas para você. Tente ouvir em vez de pensar demais. Isso pode levar você a algumas experiências incríveis.

6) Conectando-se com outras pessoas

Pensar demais às vezes pode funcionar como uma barreira para conectando-se verdadeiramente com as pessoas. Eu sei porque estive lá. Preocupado em dizer a coisa errada, em interpretar cada olhar ou palavra, ou simplesmente ficar preso na minha cabeça, pensar demais muitas vezes me impediu de estar totalmente presente em meus relacionamentos.

Mas há algo verdadeiramente mágico em conectar-se com outra pessoa em um nível profundo. É nessas conversas noturnas em que você compartilha seus medos mais profundos e maiores esperanças, ou nesses momentos de risadas compartilhadas que você sente um vínculo se formando.

Nem sempre é fácil deixar de pensar demais, especialmente quando se trata de relacionamentos. Mas quando você faz isso, você se abre para conexões verdadeiramente significativas.

É nestes momentos de vulnerabilidade e autenticidade que experimentamos algumas das alegrias mais profundas do ser humano. E acredite em mim, vale a pena deixar de pensar demais por isso.

7) Abraçando suas próprias imperfeições

Como um pensador excessivo, muitas vezes me vejo enredado em uma teia de dúvidas e autocrítica. Posso passar horas dissecando minhas falhas, me preocupando com meus erros e me comparando com os outros. É cansativo e, honestamente, não me faz bem.

Aquelas imperfeições com as quais nós, pensadores excessivos, passamos tanto tempo nos preocupando? Eles são o que nos tornam humanos. Eles são o que nos tornam únicos.

Quando finalmente comecei a aceitar minhas imperfeições em vez de ficar obcecado por elas, algo incrível aconteceu. Me senti mais livre, mais feliz, mais em paz comigo mesmo.

Aceitar suas próprias imperfeições é uma experiência libertadora que todo pensador deveria ter. Trata-se de aceitar quem você é, com defeitos e tudo, e perceber que você é suficiente assim como é.

8) Aprendendo a deixar ir

Se há uma coisa que eu gostaria de poder dizer ao meu eu mais jovem e pensativo demais, seria esta: aprenda a deixar ir.

Pensar demais muitas vezes decorre de uma desejo de controle – controlo sobre os resultados, sobre as percepções das pessoas, sobre a própria vida. Mas a verdade é que não podemos controlar tudo. A vida é imprevisível, confusa e maravilhosamente caótica.

O dia em que aprendi a deixar ir foi o dia em que comecei a viver de verdade. Em vez de ficar obcecado com o que não podia controlar, comecei a focar no que podia – minhas ações, minhas atitudes, minhas respostas.

Deixar ir é uma experiência poderosa, que traz consigo uma sensação de paz e liberdade difícil de descrever. É aceitar que você não tem todas as respostas e está tudo bem. Entender que erros e fracassos fazem parte da vida e não definem você.

Aprender a deixar ir é talvez a experiência mais importante que um pensador excessivo pode ter. É a chave para se libertar das correntes do pensamento excessivo e abraçar todas as experiências belas, confusas e inesperadas que a vida tem a oferecer.

Pensamentos finais

Se você pensa demais como eu e essas experiências ressoam em você, então é hora de refletir. Pensar demais não é uma sentença de prisão perpétua. É um hábito e, como todos os hábitos, pode ser mudado.

Comece percebendo quando você está pensando demais. É quando você se depara com uma grande decisão? Ou quando você está lidando com a incerteza? Reconhecer esses gatilhos é o primeiro passo para superar o pensamento excessivo.

Em seguida, tente desafiar seus pensamentos. Pergunte a si mesmo se o que o preocupa é realmente importante ou se é apenas a sua mente que faz com que pareça assim.

Deixar de pensar demais nos permite experimentar a vida de forma mais plena. Permite-nos conectar-nos com outras pessoas, abraçar as nossas imperfeições e viver no presente. Não é fácil, mas vale a pena o esforço.

Lembre-se de que a vida é muito curta para gastá-la pensando demais. Então, por que não arriscar e ver o que acontece quando você deixa de pensar demais e começa a viver?

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Formado em Educação Física, apaixonado por tecnologia, decidi criar o site news space em 2022 para divulgar meu trabalho, tenho como objetivo fornecer informações relevantes e descomplicadas sobre diversos assuntos, incluindo jogos, tecnologia, esportes, educação e muito mais.